
MARTHA PAGY ESCRITÓRIO DE ARTE
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DANIEL FEINGOLD
Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil, 1954
Desenvolvo o pensamento plástico há quase 40 anos. Vejo a forma abstrata, não objetiva, não representacional, como condição jamais premeditada mas sim de aproximação, que propicia o acontecimento plástico, o experimento de característica fenomenológica, seja na atuação direta da carga pictórica, do desenho, da linha, dos planos cromáticos, da dobradura do espaço bidimensional, da ideia de escala versus à de tamanho como potência de expansão da superfície da pintura, da condição do corte que advém da saturação da superfície bidimensional planar e de um possível desdobramento para o espaço tridimensional, além da derivação para outros mediums de sustentação de linguagem como a fotografia, a escultura e a instalação.
Meu trabalho tem permanecido fiel às ideias apresentadas neste texto, condições intrínsecas para que ele arregimente força e resistência para manter-se explorando esta forma de arte com aventura e liberdade.
Daniel Feingold
Fabricou pranchas de surf entre 1971-1992; formou-se em arquitetura na FAUSS, Rio de Janeiro, 1983, e na CAL, Escola de Teatro, em 1987.
Estudou história da arte e filosofia com o crítico Ronaldo Brito, UNIRIO/PUC-Rio (1988-1992). Entre 1988 e 1991 frequentou a EAV Parque Lage, também no Rio de Janeiro, cursando teoria da arte e pintura, e integrando também o Núcleo de
Aprofundamento.
Fez o mestrado no Pratt Institute, Nova York, (1994-1997).
Principais exposições individuais: Galeria Mercedes Viegas, 1997; “Espaço
empenado”, Paço Imperial, 2001; “Amigos da gravura”, Fundação Castro
Maia, 2001; Galeria Cândido Portinari, Universidade Estadual do Rio de
Janeiro, 2002, todas no Rio de Janeiro. “Pintura”, Centro Universitário Maria
Antonia, 2003; Galeria Marília Razuk, 1996/1999; Galeria Raquel Arnaud,
1996/1999/2002/2006/2014/2018, em São Paulo. Ateliê Sidnei Tendler, em Bruxelas, 2011; “Pintura em fluxo”, Múltiplo Espaço Arte, Rio de Janeiro, 2013; “Acaso Controlado”, no MAM, Rio de Janeiro, em 2013, e no MON (Museu Oscar Niemeyer), Curitiba, 2016; “Fotografia em 3 séries”, Paço Imperial, Rio de Janeiro, também 2016, “Acaso Controlado”, no Museu Vale do Rio Doce, Vitória-ES, 2016-1017; Roberto Alban Galeria, em Salvador, Bahia, 2018; Cassia Bomeny Galeria, RJ, 2018; “Urbanochroma”, Oi Futuro, TechNo Project, RJ, 2019; Cassia Bomeny Galeria, RJ, 2019; “Pequenos Formatos”, Paço Imperial, RJ, 2022; “Experiência Cromática, SESC Ramos, RJ, 2023.
Principais exposições coletivas: Centro Cultural São Paulo, São Paulo, 1991;
“Gravidade e aparência”, Museu Nacional de Belas-Artes, Rio de Janeiro,
1993; “Coleção Chateaubriand, o moderno e contemporâneo na arte
brasileira”, Masp, São Paulo, 1998; “Crossing lines”, Art in General, Nova York,
1998; “Artists in the Marketplace”, Bronx Museum, Nova York, 1998; “O
beijo”, Paço Imperial, Rio de Janeiro, 1998; “Gestural drawings”, Neuhoff
Gallery, Nova York, 2000; 5ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, 2005;
“Chroma”, MAM, Rio de Janeiro, 2005; “Itaú contemporâneo. Arte no Brasil
1981-2006”, São Paulo, 2007; Minus Space, PS1 Contemporary Art Center,
Nova York 2008; “Escape from NY”, Minus Space curatorial, Sidney, 2007,
Melbourne, Austrália, 2009, e em Wellington, Nova Zelândia, 2010; “The
machine eats”, Frederico Sève Gallery, Nova York, 2010; “Arte brasileira e
depois na Coleção Itaú”, Paço Imperial, Rio de Janeiro, 2011; “Cinéticos e
construtivos”, Galeria Carbono, São Paulo, 2013; “Afinidades Raquel Arnaud
40 anos”, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, 2014; “Trajetória 40 anos”, 2014,
e “Into the light”, 2015, ambas na Galeria Raquel Arnaud, São Paulo.