MARTHA PAGY ESCRITÓRIO DE ARTE
artistas exposições quem somos notícias contato múltiplos projetos

> <
  • Sem título 47, 2019
    Impressão fotográfica sobre canvas
    47 x 132 cm

  • Sem título 10, 2019
    Impressão fotográfica sobre canvas
    22 x 32 cm

  • Sem título 13, 2019
    Impressão fotográfica sobre canvas
    52 x 72 cm

  • Sem título 25, 2019
    Impressão fotográfica sobre canvas
    75 x 103 cm

  • Sem título 23, 2019
    Impressão fotográfica sobre canvas
    38 x 52 cm

  • Sem título 24, 2019
    Impressão fotográfica sobre canvas
    38 x 52 cm

  • Sem título 20, 2019
    Impressão fotográfica sobre canvas
    38 x 52 cm

  • Sem título 18, 2019
    Impressão fotográfica sobre canvas
    75 x 103 cm

  • Sem título 15, 2019
    Impressão fotográfica sobre canvas
    52 x 72 cm

  • Sem título 3, 2019
    Impressão fotográfica sobre canvas
    60 x 82 cm

Em VIAGEM À ITÁLIA, COM GOETHE, NIETZSCHE e SCHOPENHAUER, Paulo Gouvêa Vieira dá sequência à sua pesquisa em torno da água e seus reflexos da paisagem urbana e da natureza, desta vez guiado pelos autores citados no título da mostra, em suas respectivas viagens poético-filosóficas. Como num diário de bordo, Paulo fala de sua experiência tendo Goethe, Nietzsche e Schopenhauer como companheiros de viagem: "Tinha eu o mesmo objetivo de Goethe em 1786: chegar a Roma, ver de perto as obras de arte que durante uma vida estiveram sempre presentes na imaginação. Saí de Amsterdam com este objetivo. Pelo caminho, passei por outras cidades - Siena, Florença, Tirano. Uma vez em Roma, concentrei minha lente nas fontanas, observando e registrando as cores e formas nos reflexos das águas, "tanto no mundo como na metafísica do belo”, como disse Schopenhauer. Também o fiz à noite, como o fez Goethe, enaltecendo a importância do anoitecer em uma cidade. À noite, o silêncio fez surgir o som da água e, com ele, a inspiração para Nietzsche compor a letra da música Canto Noturno que ele incluiu no seu livro Assim falou Zarathustra. As formas que aparecem na água não se dão pelo vento. Por ser invisível, o vento não é percebido. Para Goethe, a alma do homem é como água e o seu destino é como o vento."